Acredito piamente na dor do meu ofício
Sei os passos do processo, a altura do edifício
Já subi muitas escadas, eu dispenso elevadores
E do amor...
Fina flor do meu silêncio, tantas frases perdidas
Deixo versos quebrados, não tenho mais recaídas!
Suspiro em quatro-por-quatro, caminho solta no espaço...
...e do amor?
Na rotina do meu quarto, invento histórias contadas
E confundo minhas histórias com as histórias inventadas
Me jogo do precipício, resgato os ossos do ofício...
..e do amor eu não sei nada.
domingo, 26 de abril de 2009
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